PROJETOS
ETAPA
terça-feira, 2 de setembro de 2025
quarta-feira, 13 de agosto de 2025
Trabalho e Ambiente em Comunidades Pesqueiras Artesanais
"Há três anos participo do grupo de estudo Mulher e Ciência na SBPC Nordeste, capitaneado por pesquisadoras da Universidade Federal Rural de Pernambuco, coordenado pela professora Rosário Andrade. O trabalho começou com os Seminários Mulheres em carreiras universitárias e espaços de poder, realizados no auditório do CETENE, com a participação de reitoras, secretárias de estado em níveis estadual e municipal, titulares das câmaras estadual e municipal e pesquisadoras de diversas universidades e Institutos Federais de Pernambuco. A 77ª Reunião Anual da SBPC, realizada na UFRPE em julho, com o tema Progresso é Ciência em todos os Territórios favoreceu a aproximação ao tema Mulher, Ciência e Território, que vínhamos trabalhando. Nessa temática tive a satisfação de coordenar a Mesa Redonda Trabalho e Ambiente: Processos Sociopolíticos de Comunidades Pesqueiras Artesanais, ao lado das antropólogas Professora Edna Ferreira Alencar, da Universidade Federal do Pará e Professora Francisca de Souza Miller, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte."
"Na Mesa, foram abordados temas de grande relevância e atualidade para as questões referentes ao lugar das mulheres na pesca artesanal e os seus desafios nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Entre estes a invisibilidade do trabalho dessas mulheres; o difícil reconhecimento como pescadoras; a participação das mulheres na gestão comunitária dos recursos pesqueiros; o esforço das pescadoras no trabalho de conservação ambiental e na proteção de espécies em extinção; além da falta de proteção delas próprias em relação às doenças causadas pelo exercício do trabalho na pesca. Acompanhei de perto esse dilema das pescadoras em Itapissuma, litoral norte de Pernambuco. Nós professores de Extensão da UFRPE desenvolvemos um trabalho, há mais de dez anos, de apoio à luta das mulheres da Colônia de Pescadores Z10, presidida pela grande líder Joana Mousinho. O foco da luta era por políticas públicas favoráveis à pesca na região, que favorecesse àquela população sair da situação de penúria em que viviam, incluindo as condições precárias de trabalho e de saúde das trabalhadoras da pesca. Hoje assisti pela TV a presença em Itapissuma do Ministro da Pesca André de Paula, comprometendo-se a destinar políticas no sentido de atender às históricas reivindicações das pescadoras e pescadores de Itapissuma. Joana Mousinho estava lá por testemunha. Há esperança no ar e no mar da bela Itapissuma."
Salett Tauk
sexta-feira, 1 de agosto de 2025
Povos originários
Os Fulni-ô formam um grupo indígena que habita próximo ao rio Ipanema, no município de Águas Belas/PE - Gamboa do Jaguaribe - Redinha Zona Norte de Natal/RN.
XIX SEMANA DE ANTROPOLOGIA
Confira o que foi abordado na XIX Semana de Antropologia UFRN - MESA: DINÂMICAS CONTEMPORÂNEAS DO COMER DE TERREIRO.
quinta-feira, 31 de julho de 2025
Convite para Cinedebate com a Profa. Corinne Fortier* 📽️🎞️📼
segunda-feira, 28 de julho de 2025
77° Reunião Anual da SBPC: Progresso é Ciência em todos os Territórios
Mesa- Redonda: TRABALHO E AMBIENTE: PROCESSOS SOCIOPOLÍTICOS DE COMUNIDADES PESQUEIRAS ARTESANAIS EM DEFESA DOS TERRITÓRIOS. Sob a coordenação de Maria Salete Tauk Santos (UFRPE). Palestrantes Edna Ferreira Alencar ( UFPA), Francisca de Souza Miller (UFRN) e Viviane Machado Alves ( Grito da Pesca Artesanal). A mesa aconteceu no dia 17/07/2025, na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
sexta-feira, 23 de setembro de 2022
Comunidade de Enxu Queimado (Pedra Grande – RN).
segunda-feira, 25 de abril de 2022
33° RBA, Antropologia dos povos tradicionais costeiros: práticas sociais, disputas identitárias e conflitos
30/03 e 03/05/22. Confira maiores informações no site da Reunião Brasileira de Antropologia no site:
https://www.33rba.abant.org.br/site/capa
@inctineac @iac.uff @cs_uffcampos @uffcamposoficial @cs_uffcampos @uffoficial @cipac.cure @jornadappgjs @uenf_oficial @peapescarte @territoriosdopetroleo @anpocs @aba_antropologia
Plataforma Digital de Observatório da Pesca Artesanal
🍃🐟
Site do Observatório da Pesca Artesanal, vai reunir dezenas de
informações sobre a comunidade pesqueira, como legislação, pesquisas e
dados sobre saúde, com o intuito de otimizar a comunicação entre as
organizações, associações e Pescadores e Pescadoras.
🖥 A partir
do fornecimento dessas informações, que são de interesse tanto da
comunidade, quanto do público em geral, o Observatório projeta
contribuir com a auto-organização dos pescadores(as), possibilitando
mobilizações, apoio e mais visibilidade social e política às lutas,
desafios e oportunidades para a potencialização da pesca artesanal, dos
pescadores e das pescadoras em todo o país.
📌O lançamento ocorre
nesta segunda-feira (25), às 14h30, no Centro Cultural de Brasília, com
transmissão online via página do CPP Nacional e do MPP.
terça-feira, 15 de março de 2022
Rede MangueMar
MangueMar/RN realizou, no dia 02/09/2021, a oficina de formação sobre
formas de atuação em rede para assegurar a permanência das comunidades tradicionais
pesqueiras em seu lugar de origem.
🐟
Na ocasião compartilhamos informações valiosas sobre as formas de
mobilização social e mecanismos de regularizações territoriais que estão
sendo utilizados de forma estratégica ao longo da costa do RN.
🌎
O trabalho de formação trouxe a mobilização social como estratégia de
luta dentro da rede MangueMar e vem ocorrendo por meio de fóruns,
seminários, campanhas e
oficinas de mapeamento juntos às comunidades pesqueiras.
👥 Os agentes sociais mobilizados são as colônias e associações de pesca, movimentos e
articulações
sociais que em trabalho integrado entre sociedade civil e instituições
de pesquisa vêm trabalhando em três importantes frentes de trabalho: PL
131/2020, TAUS / CDRU e Plano diretor.
✍️ A oficina pôde
estabelecer uma linha de atuação e cooperação em rede de modo a projetar
ao longo da costa Potiguar um trabalho de base tendo a mobilização
social e o mapeamento dos territórios da pesca como ponto central para
conquista de direitos sociais e territoriais.
#territóriodapesca #pescaartesanal #riograndedonorte
segunda-feira, 7 de março de 2022
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022
segunda-feira, 24 de janeiro de 2022
Ano Internacional da Pesca e Aquicultura Artesanais
2022 é o ANO INTERNACIONAL DA PESCA E DA
AQUICULTURA ARTESANAIS. O objetivo da ONU é valorizar a contribuição
dessas atividades, em termos alimentares e econômicos, além de
fortalecer as famílias que dependem delas.
No Brasil existe 1,2
milhão de pescadores – de cada 200 brasileiros, 1 é pescador. Desse
total estima-se que 90% sejam pescadores artesanais, e que contribuem
com mais da metade (de 45% a 70%) da produção pesqueira desembarcada no
País.
Segundo a Organização para a Alimentação e Agricultura
(FAO, na sigla em inglês), pelo menos 16% dos empregos associados à
pesca extrativa são ocupados por mulheres.
A pesca de pequena
escala assume papel fundamental na geração de trabalho e renda, produção
de alimento e segurança alimentar para parcela significativa da
população.
No estuário do Rio Formoso, Litoral Sul de Pernambuco e
dentro da área de atuação do PeldTams, há pelo menos 2.492 famílias de
pescadores e pescadoras artesanais, das quais 80 são quilombolas.
Entidades representativas desses grupos pediram ao governo do Estado que
transforme a área em uma Reserva Extrativista. A Resex protegerá os
meios de vida e a cultura dessas populações, garantindo sua segurança
alimentar.
A Resex do Rio Formoso inclui 3 municípios do Sul de
Pernambuco: Rio Formoso, Tamandaré, Sirinhaém. Abrange uma área de
2.615,91 hectares do estuário do Rio Formoso, formado por 3 rios:
Formoso, Passos e Ariquindá. A Resex garantirá o uso sustentável dos
recursos naturais da região.






